Aplicadores capacitivos e resistivos de tecarterapia

Uma das inovações da Tecarterapia em relação à radiofrequência convencional é a possibilidade de aplicar as energias capacitivas e resistivas de uma só vez. Mas, com a variação entre as ponteiras e aplicações, veio também à dúvida: como identificar aplicadores capacitivos e resistivos?

O Papo de Estética veio explicar como diferenciar um do outro, quais as diferenças nos efeitos fisiológicos e em quais tratamentos é melhor usar um ou outro.

Vem com a gente.

Qual a diferença entre aplicadores capacitivos e resistivos?

Há uma forma bem simples de identificar os aplicadores dos aparelhos:

  • Os aplicadores resistivos são metálicos;
  • Os aplicadores capacitivos (embora também sejam metálicos) têm seu exterior revestido por uma proteção térmica.

Ou seja: o eletrodo do aplicador resistivo é prata e do capacitivo é preto (ou branco, em alguns casos).

Mas, para além das diferenças visíveis, há outros pontos que diferenciam um aplicador do outro:

#1. A forma de aquecimento

O aquecimento dos tecidos varia de acordo com diversos fatores como frequência e polaridade (monopolar, bipolar, etc.). Mas a energia também influencia.

Enquanto o aplicador capacitivo tende a gerar um aquecimento mais superficial (de dentro para fora), o resistivo aquece tecidos mais profundos (de fora para dentro).

#2. Alcance dos tecidos

Isso quer dizer que os tecidos que eles alcançam também são diferentes:

  • A energia capacitiva prefere tecidos mais ricos em água (como a pele e o tecido adiposo);
  • A resistiva é mais direcionada para tecidos mais desidratados (como músculos e tendões). Além disso, a pele resiste mais a este tipo de aplicador.

#3. Indicações da energia capacitiva e resistiva

Dessa forma, a aplicação dos dois também tem diferenças de direcionamento. Isso quer dizer que a indicação dos dois é a mesma – mas cada um representa melhores resultados em um tipo de tratamento.

  • A energia capacitiva é melhor para o tratamento de flacidez, rejuvenescimento de pele e celulite inflamatória, flácida e endematosa.
  • Já a resistiva é mais indicada para os tratamentos de fibroses e aderências como as cicatrizes de acne e as celulites fibróticas.
Uso de aplicadores capacitivos e resistivos

Associação de aplicadores capacitivos e resistivos

Como falamos, a energia resistiva tem uma ação mais profunda, mas sofre com a resistência da pele (por isso o nome resistiva). Sendo assim, a associação de aplicadores resistivos e capacitivos auxilia a reduzir a impedância da pele. Isso faz com que alguns tratamentos sejam mais rápidos e melhores como, por exemplo, o de gordura localizada.

Ou seja: o uso das duas energias é para potencializar a aplicação. A capacitiva potencializa a penetração da resistiva.

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E aí, gostou do conteúdo? Aqui tem um post explicando mais sobre a Tecartepia.

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