Criofrequência ou radiofrequencia

A criofrequência é uma tecnologia incrível para a área de estética, mas que ainda gera muitas dúvidas (e é até confundida com a radiofrequência convencional). Essa confusão toda não é por acaso, mas viemos te ajudar a diferenciar as duas de uma vez por todas!

Vem com a gente!

#1. Temperatura

O principal ponto de diferença entre a radiofrequência e a criofrequência é a temperatura. Isso porque a base da radiofrequência é a produção de efeitos a partir da produção de calor nos tecidos.

Enquanto isso, a criofrequência usa a variação de temperaturas para produzir seus resultados. Alterando a emissão de calor e o resfriamento da ponteira, ela consegue proteger a derme e, com isso, aplicar maiores potências nos tecidos mais profundos.

#2. Fisiologia

Por essa mudança de temperatura entre as duas tecnologias, os efeitos fisiológicos da radiofrequência também são um pouco diferentes daqueles produzidos pela crio.

A radiofrequência age por meio da conversão (produzindo calor de dentro para fora dos tecidos). E a crio também faz isso, porque também possui essa emissão de calor da radiofrequência. Mas, além desse calor, também trabalha com o frio de maneira condutiva (de fora para dentro da pele) produzindo o choque térmico.

#3. Ponteiras

Para que tudo isso seja possível, as ponteiras das duas tecnologias também são um pouco diferentes.

Enquanto a radiofrequência varia entre opções de ponteiras capacitivas e resistivas, com diversas opções de polaridade (monopolar, bipolar, tripolar, etc.), a criofrequência concentra as polaridades em uma ponteira só.

Dessa forma, a ponteira da criofrequência têm um polo monopolar no centro, os pontos multipolares no entorno e o sistema de resfriamento. Tudo em uma só manopla.

Obs: Isso só não é válido quando falamos de ponteiras para aplicações faciais – uma vez que a profundidade que precisamos atingir não justifica a necessidade de uma ponteira monopolar. Por isso, alguns aparelhos usam ponteiras bipolares para aplicações faciais.

aplicador de criofrequência

#4. Frequência

Já a frequência não sofre grandes alterações entre as duas.

Aparelhos de radiofrequência e de criofrequência costumam ter frequências que variam entre 0,6MHz, 1,2MHz e 2,4MHz.

Alguns aparelhos de crio, no entanto, também podem contar com frequências em torno dos 500kHz e 1000KHz.

#5. Indicações

Como os efeitos fisiológicos diferem um pouco, você já deve ter imaginado que as indicações também mudam um pouco de uma para a outra.

Criofrequência

Serve principalmente para:

  • Gordura localizada;
  • Flacidez;
  • Celulite;
  • Rugas; e
  • Linhas de expressão (lifting facial).

Seu grande diferencial é que, por conseguir resfriar a ponteira e proteger a pele, você pode aplicar ainda mais potência nas aplicações. Dessa forma, os tratamentos de gordura localizada, por exemplo, podem apresentar resultados ainda melhores.

Radiofrequência

Serve principalmente para:

  • Estrias;
  • Gordura localizada;
  • Cicatrizes;
  • Celulite;
  • Flacidez;
  • Acne;
  • Rejuvenescimento facial; e
  • Estética íntima.

O diferencial aqui é que os aparelhos de radiofrequência conseguem tratar algumas desordens estéticas que a criofrequência não alcança como, por exemplo, as cicatrizes e as indicações de estética íntima.

E aí, quer saber mais sobre as duas tecnologias? Então clique aqui e converse com um dos nossos consultores! Um deles pode te explicar melhor sobre opções de aparelhos e opções para sua clínica.

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Até a próxima.

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